Arquivo | Futuro do livro / The future of the book RSS feed for this section

Back to basics

6 Nov


Wings: Making the Field Notes 2010 Fall Edition from Coudal Partners on Vimeo.
Via Poppytalk.

Anúncios

Colaborative publishing with a twist

17 Out


The Exquisite Book from ALSO on Vimeo.
Via PoppyTalk.

Outra vez o futuro / The future one more time

27 Dez

via Blogtailors.

Congreso Internacional del Mundo del Libro

7 Set

Começa hoje às 18:30 (hora local) no México com uma série de conferências a que se podem assistir em tempo real bem como consultar posteriormente. Primeiro conferencista: Robert Darnton, sobre Las Bibliotecas y el Futuro Digital. Iniciativa promovida pelo Fondo de Cultura Economica.
It starts today at 18:30 (local time) in Mexico a series of conferences that can be watched in real time as well as later. First act: Robert Darnton on Libraries and the Digital Future. Promoted by Fondo de Cultura Economica.
Via Booktailors

Revoluções / Revolutions

21 Abr

Como o e-book vai mudar a nossa maneira de ler e escrever
Steven Johnson prevê um futuro com mais livros, mais distracções… e o fim da leitura solitária
How the E-Book Will Change the Way We Read and Write
Author Steven Johnson outlines a future with more books, more distractions – and the end of reading alone

Ainda o futuro

5 Mar

¿Cómo será el mundo del libro en el 2020? Seis expertos predicen el futuro
Na QuéLeer, desde o director da Feira de Frankfurt, a editores e livreiros.
Seis visões ponderadas e esclarecidas.

What will the world of books be like in 2020? Six experts predict the future
In QuéLeer, from the director of the Frankfurt Books Fair, to publishers and bookshop’s managers.
Six balanced and enlightened visions.

Via Blogtailors.

Kelmscott Press

3 Mar

“Kelmscott Press, aquela que é a mais famosa das tipografias privadas, foi criada por William Morris em Hammersmith [Reino Unido] em Janeiro de 1891. Desde essa altura até 1898, a tipografia produziu 53 títulos, num total de 18 000 exemplares. A Kelmscott foi o culminar da experiência Morris como artesão capaz de dominar uma grande diversidade de técnicas. Estava disposto a provar que os elevados padrões de qualidade do passado poderiam ser reproduzidos e até ultrapassados no presente. Os livros produzidos por Morris apresentavam um aspecto medieval e eram decalcados dos incunábulos do século XV. A fonte criada por si, por exemplo, foi inspirada por uma outra criada pelo impressor Nicolaus Jenson de Veneza. Famoso pela harmonia que procurava estabelecer entre tipografia e ilustração, a grande prioridade de Morris era a de encarar cada livro como um todo: tal implicava dedicar um cuidado extremo a todos os aspectos da produção, incluindo a escolha do tipo de papel, do tipo de letra utilizado, do espaçamento entre as letras e da disposição dos textos na página. Os livros da Kelmscott recuperaram os parâmetros ideiais de produção de livros e inspiraram padrões de produção mais elevados numa época em que a impressão se encontrava na sua fase menos interessante.”

“Perhaps the most famous of the private presses, William Morris established the Kelmscott Press at Hammersmith in January 1891. Between then and 1898, the press produced 53 books (totalling some 18,000 copies). Kelmscott was the culmination of Morris’s life as a craftsman in many diverse fields. He set out to prove that the high standards of the past could be repeated – even surpassed – in the present. The books Morris produced were therefore medieval in design, modelled on the incunabula of the fifteenth century. Morris’s roman ‘golden’ type, for example, was inspired by that of the early printer Nicolaus Jenson of Venice. Noteworthy for their harmony of type and illustration, Morris’ main priority was to have each book seen a a whole: this included taking painstaking care with all aspects of production, incuding the paper, the form of type, the spacing of the letters, and the position of the printed matter on the page. Kelmscott books re-awakened the ideals of book design and inspired better standards of production at a time when the printed page was generally at its poorest.”